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Come gently
                      and leave furiously.

Posted by António on Nov 3, '06 5:52 AM for everyone

 

 

Quero estancar este fluxo, que prazer, que me desembrulha os dados enfiados pela memória adentro, violação auto-inflingida, que prazer, one is tempted to define man as a rational animal who always looses his temper when he is called upon to act in accordance with the dictates of reason, cala-te, Oscar, rio, e será que a receita para a desaceleração está precisamente em ti, Oscar, quando every impulse that we strive to strangle broods, or it brooks and it books, adiciono em nota de rodapé ou escrevinho mesmo nas tuas entrelinhas, in the mind and poison us... The only way to get rid of a temptation is to yield to it, disseste tu quase trinta anos antes da publicação de Freud sobre a psicanálise, tu, Oscar, paradoxas-te e me, chamemos outro para nos fazer companhia por mais umas linhas descarriladas aqui, agora, e este aqui e este agora são da Miranda, eu sei, Miranda, faz duas vozes, uma das quais minha, e assim continuarias esta desengrenagem em solo como se me fosses enquanto eu dormia, mas és Miranda aPróspera, subsequentemente teu pai de poderes nulos será, poderes sem efeitos em língua de sujeito nulo como esta, but if I swap it, if I swap it, I will write endless I´s e nada parará, antes tomará um rumo cêntrico rumo ao centro do ser, e esse é o que queremos arrumar debaixo da cama, quais botas da tropa engraxadas de disciplina, rebrilhante, contudo isso é claridade e confunde-se com o nascer do dia, que nasce, mas ao qual se pretende adiar o parto, sim, vou-me e conjuro uma revolta à revolta para não ter que voltar.

 

Está despida a pedida.

 

 

 


10 CommentsChronological   Reverse   Threaded
danielcz wrote on Feb 14, '07, edited on Feb 14, '07
não acredito em nada mesmo, podes deixar, subindo ou não em árvores genealógicas para comer a mim mesmo na ponta, mas não posso deixar de reparar o quanto sigo em fluxo da mesma maneira, por cima ou por quem quer que seja, lavado em jorro sacro de fragrância tão viril mas tão pouco próspera, e escrevo pouco, é verdade, e te leio rouco ainda, ainda bem, ainda.
papitata wrote on Feb 15, '07
Oui.. Você entrou no espírito da leitura, ou então deixou a leitura entrar no seu espírito. Venha alguém e escolha...

Qual é o seu domínio da anglofonia, Daniel?
danielcz wrote on Feb 15, '07
António, não sei qual dos dois, mas acho que se trata mais de similia cum similibus. Assim sendo, a leitura entrou no meu espírito e reverberou lá dentro pois as freqüências idênticas se somam; esse movimento me atirou, então, à verboferência que resultou nas palavras que se podem ler aí...!

Meu domínio da anglofonia vai até os rochedos dos limites do reino, das falésias do norte às águas bravas do sul. Não me sinto tão à vontade nessas terras, contudo, mas percorro os caminhos com alguma proficiência ;^)
papitata wrote on Feb 15, '07, edited on Feb 15, '07
Ahahahahaha!

... Excelente.
Podemos comunicar sem problemas em dois campos.
In felix mente, o meu latim nunca bom esboroa-se, ferrujento.
E ficamos sem hipótese de usar essa terceira dimensão.
papitata wrote on Feb 15, '07
Outra pergunta.
O headshot do "playmobil" significa isso mesmo, que você tanto brinca quanto se move?
danielcz wrote on Feb 15, '07
você tanto brinca quanto se move?
aHAHhaHAhaHAhaHAhaHAHahHAhAHaHAHAH Nunca pensara sobre isso! Ótimo!

Se queres saber (posso tratá-lo por 'tu'?), sou playmobil dos meus caminhos anímicos, isso com certeza :^D

Meu latim é de outros tempos, nem sei se consigo me comunicar na nossa língua-avó... Mas em inglês, posso me esforçar e escrever no teu nível ;^)

Abraços!
papitata wrote on Feb 15, '07
(posso tratá-lo por 'tu'?)
Sim. Embora, regra geral, isso será informal para mim e formal para você.
A menos que o seu dialecto-mãe seja bem regional e conservado em formol, dando o mesmo valor ao tu que eu dou.
papitata wrote on Feb 15, '07, edited on Feb 15, '07
posso me esforçar e escrever no teu nível
Isso seria começar a dar erros crassos em cada verso.
Exercício nada recomendável.
É esse o meu nível.
danielcz wrote on Feb 15, '07
A menos que o seu dialecto-mãe seja bem regional e conservado em formol, dando o mesmo valor ao tu que eu dou.
Mas é o caso: ser mais fiel à língua que uso para pensar, sentir e escrever, fazendo-me chamar de 'tu' pois assim já o é nas margens do meu Rio Glossa ;^) Podia?
papitata wrote on Feb 16, '07, edited on Feb 16, '07
Rio Glossa
Sacré bleu!

Equivalente a viver nas margens desse rio só me recordo de uma terrinha muito feia, de nome Imaginário (o adjectivo qualificativo explica o nome que lhe foi dado pelos fundadores da aldeia).
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António Dinis Lopes

 



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